"Eu te amo"
Bocejando no café
"Amo te"
Dividindo espaço no coletivo
"Amo você"
Nas manifestações digitais
"Meu amor"
Trocando fluídos com desconhecidos
"Ti Amo"
Cuspindo na face
"Amo-lhe"
É o corpo furtando
o dialeto da alma,
que, no presente, é linguagem
cotidiana e vazia.
Ego que estupra o mantra sagrado.
Usa, flerta, veste
e espera a moeda de troca:
"Amor" é graça
E por fim,
a graça do outro.
É o robô humano
mendigando fichas de compromisso,
que quando inseridas
pronunciará:
Eu-te-amo
Muert
cotidiana e vazia.
Ego que estupra o mantra sagrado.
Usa, flerta, veste
e espera a moeda de troca:
"Amor" é graça
E por fim,
a graça do outro.
É o robô humano
mendigando fichas de compromisso,
que quando inseridas
pronunciará:
Eu-te-amo
Muert
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