Enxergo-te no costume pagão
Pelas belezas de sua água ardente
De embaralho e discursos
Dos seus gestos palidicentes
És noturno, és grande!
Porque é e não nega
Não procuraste Guerrear
Mas nunca fugiste sem lutar
Não carrega o medo de errar
Mesmo a repetência a incomodar
Análises e formas de pensar.
Não estou apenas a julgar
Qualquer outra forma de sugerir
Não estou só a respeitar
Os laços genéticos que nunca escolhi
Não estou só a perceber
A foice que joga longe
Mas a perceber que do corte renasce
Outra forma de andar.
Carregue esta promessa
Antes à não ouvir vozes externas
Porque aquilo que cala não te cessa.
Monteirovisky
segunda-feira, 30 de março de 2009
sábado, 28 de março de 2009
INFERNO NO INVERNO
Tentaremos ver e tentaremos conter...
Salvaremos o mundo de nós mesmos.
O mundo dos amores perdidos;
O mundo dos enganos e coincidências;
O mundo dos reinos imundos.
Mortos ou vivos?
Nós somos os verdadeiros cadáveres se importando com os vermes que nos corroem, sem saber o que corroemos.
Contamos o tempo e nos perdemos nele... se descobrirmos o agora, o agora é tarde.
Salvaremos o mundo de nós mesmos.
O mundo dos amores perdidos;
O mundo dos enganos e coincidências;
O mundo dos reinos imundos.
Mortos ou vivos?
Nós somos os verdadeiros cadáveres se importando com os vermes que nos corroem, sem saber o que corroemos.
Contamos o tempo e nos perdemos nele... se descobrirmos o agora, o agora é tarde.
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