ALGO INDIGESTO
Blog pessoal de mais um esterco literário.
terça-feira, 20 de janeiro de 2009
"O amor nunca morre de morte natural. Morre porque nós não sabemos reabastecer sua fonte. Morre de cegueira, erros e traições. Morre de doença e das feridas; morre de exaustão, das devastações e da falta de brilho." (Anais Nin)
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