sexta-feira, 8 de abril de 2016

ODE AO ARTISTA

Mergulharemos nossas mãos em cores frias e quentes.
(para pintar os olhos dos arrogantes e dementes)
Encenaremos o amor- a mais bela dramaturgia!
(para semear risos e lágrimas; depois colher poesia)
Cantaremos a liberdade na rua cinzenta.
(para harmonizar a vida e ensurdecer a indiferença)
Restauraremos com pureza a natureza morta.
(para florescer esperança aos que fecharam-nos as portas)
Registraremos momentos como eternos fragmentos.
(para que o foco do cotidiano não distorça os sentimentos)
Esculpiremos a verdade, entalharemos a paixão.
Desenharemos sobre a mentira:

Um rascunho de nação!

ODE AO ARTISTA

Mergulharemos nossas mãos em cores frias e quentes
para pintar os olhos dos arrogantes e dementes.
Encenaremos o amor- a mais bela dramaturgia
para semear risos e lágrimas; depois colher poesia.
Cantaremos a liberdade na rua cinzenta
para harmonizar a vida e ensurdecer a indiferença.
Restauraremos com pureza a natureza morta
para florescer esperança aos que fecharam-nos as portas.
Registraremos momentos como eternos fragmentos
para que o foco do cotidiano não distorça os sentimentos.
Esculpiremos a verdade, entalharemos a paixão
Desenharemos sobre a mentira: um rascunho de nação.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

"Você tem de aprender a sair da mesa quando o amor já não está sendo servido."


Charles Aznavour