Provas de amor manchadas em papéis
As cores desbotadas- marcas que o tempo não desfez
Que sentimento é esse, que já atravessou o infinito
e hoje devora a vida, como um predador faminto?
Entre pensamentos vagos e perdidos,
parece longa a caminhada no mundo cinza dos desiludidos.
É um medo de morrer todo dia, de abrir uma nova ferida.
Um medo de perder o fôlego e procurar outra saída;
de sentir a ânsia, de se surpreender com outros caminhos
de entender que as flores são perfumes e espinhos.
Quem dera voltar ao tempo ou controlar o sentimento,
Usar um gesto de carinho como último argumento!
Hoje sofre, porque ontem temia sofrer
A visão turva de seus olhos enxaguados
não conseguem ver, não permitem ver...
As cores desbotadas- marcas que o tempo não desfez
Que sentimento é esse, que já atravessou o infinito
e hoje devora a vida, como um predador faminto?
Entre pensamentos vagos e perdidos,
parece longa a caminhada no mundo cinza dos desiludidos.
É um medo de morrer todo dia, de abrir uma nova ferida.
Um medo de perder o fôlego e procurar outra saída;
de sentir a ânsia, de se surpreender com outros caminhos
de entender que as flores são perfumes e espinhos.
Quem dera voltar ao tempo ou controlar o sentimento,
Usar um gesto de carinho como último argumento!
Hoje sofre, porque ontem temia sofrer
A visão turva de seus olhos enxaguados
não conseguem ver, não permitem ver...
André Muerto
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