quinta-feira, 4 de setembro de 2008

RAZÃO

Acordo(ou Passei a acordar) mais feliz já há algum tempo, desde que passei a encarar os fatos na sua exata dimensão e não os sentindo mais como uma necessidade extrema, absolutamente necessária. Estou aprendendo ainda, mas agora uso o tempo a meu favor e analiso os seres humanos na sua total dimensão (ou na sua totalidade) ou só o avesso (ou interior).Quando buscamos muito e temos, aparentemente, todo o conhecimento, passamos a pensar demais, criar teses, assimilamos pedaços de culturas extintas e ainda assim machucamos, magoamos uns aos outros.
Quando não utilizamos o tempo, tudo passa muito rápido, num piscar de olhos e isso nos faz sentir vivos; alguns preferem ser verdadeiros, outros felizes.
Como começar? Sendo verdadeiro ou feliz?
Raiva é quando não nos conhecemos por inteiro, não sabemos se estamos sendo verdadeiros. Nosso âmago(ou nossa essência) é composto/dotado de tudo e não de partes, não podemos ser uma coisa de cada vez.
Interessante é o quanto evoluímos e quão pouco aprendemos: o bom dia recíproco, o respeito mútuo, o matrimônio. Buscamos criar/inventar um controle, esperamos educar-nos mentalmente, mas talvez, estejamos incorrendo em constante erro quando pedimos perdão por um erro que é maior que o problema criado. Ah! seres humanos que inventam um “ser” maior e passam a cometer injustiças, criam problemas, prejudicam outras pessoas e acham que o fato de “pedir perdão” resolve tudo. Deus é o pai da razão? Qual razão buscamos?
Edilson Monteiro

Um comentário:

Algoindigesto disse...

Dil, um dos confortos que se costumam buscar no cristianismo, por exemplo, é dizer que tudo é por Deus.
Sendo assim, nenhuma tragédia é questionada ou analizada, isso isenta a pessoa de qualquer culpa.
Mas é o que esperam das "massas", pensar "faz mal".
Faz mal para os bolsos de quem procura mante-los bem cheios e faz mal para as pessoas que não suportariam saber que, na maioria das vezes (ou todas),são responsáveis pelo que acontece com elas.