É usando o tempo
Vendo e aprendendo
Em quedas Livres.
Desfragmentando sentimentos
Procurando alimentos
Usando os verbos
Conjugados em todos os tempos.
Mas é no silêncio
Onde guardo os melhores momentos.
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Mas vou indo autárquico
E sempre cíclico
Pertencente nesse mundo
De historias e conflitos.
Perdendo a vida em gracejos.
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Diante da torre mais alta
Sem dificuldades,
Sem códigos verbais,
Querendo demais.
Clamando pela verdade
Pela cara exposta
hialotipicamente translúcida
Mesmo sendo a pura maldade.
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Vivemos então para ser inventado
Pelos seres humanos
Embriagados pela própia existência
Do sustento da experiência
De que viver com verdade.
É uma obra de arte.
-
Edilson Monteiro Neto
2 comentários:
Acho que podemos refletir sobre a pureza de alguns atos, e o quão belo e sublime é um pensamento, que se transforma numa atitude pura com o tempo. Um ato baseado na verdade, diante de qualquer problema ou qualquer coisa que choque alguém que reflete sobre a existência, que busca a verdade, que busca a paz.
Sim, a boa vontade, o bom senso tornariam a convivência entre os seres e a vida mais agradável e verdadeira, acabam se tornando raros, algo tão puro e simples, algo como a arte.
Grande Dil!!,espero ter captado seu "feeling"! independente do ponto de vista, isso me afetou, e é aí que está a "graça". abraço meu amigo!
Autárquico! Liberto!
Um grito diante do silêncio covarde. Um pedido: não importa o que seja, FALE! Uma resolução: vou em frente, caminhando sempre, buscando a verdade, vivendo com dignidade, sendo verdadeiro mesmo que me custe a felicidade. Sou forte, estou liberto!
Pra mim, esse poema é seu auto-retrato. Adoro!!!
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