Carreguei a espontaneidade por muito tempo,
até que esta se tornou um martelo que quebrou a sua jaula de regras.
até que esta se tornou um martelo que quebrou a sua jaula de regras.
Os estilhaços dos seus conceitos lhe perfuravam,
aos prantos vomitamos "porquês",
dilaceramos nossas mentes e corações para encontrar o nada.
aos prantos vomitamos "porquês",
dilaceramos nossas mentes e corações para encontrar o nada.
Certo, errado, posse, culpa e desculpas
moldam um protótipo do que parece ser necessário
ou satisfatório.
moldam um protótipo do que parece ser necessário
ou satisfatório.
Não procuro mais atingir expectativas,
apenas fixo meu olhar para a arte
afinal, ela traz a partícula do que é real
do que é espontâneo.
A arte está por toda a parte, mesmo alguém estando vivo ou morto.
apenas fixo meu olhar para a arte
afinal, ela traz a partícula do que é real
do que é espontâneo.
A arte está por toda a parte, mesmo alguém estando vivo ou morto.
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Ãdreh Muerto
2 comentários:
Sou seu fã, André!
Às vezes pensamos conhecer as pessoas, por estarmos perto. E qdo estamos longe é que realmente conhecemos!
Abraço e continue com as suas "loucuras".
De um amigo do pré!
;)
Esses “porquês” que questionamos às vezes nos machucam por dentro.
Creio que boa parte deles vêm da inversão de valores da sociedade atual. As pessoas cada vez menos prestam atenção no que alguém é verdadeiramente em seu interior, julgam e elaboram conceitos errados sobre as pessoas. Tratam pessoas como coisas, esquecem que ao agredir alguém essa pessoa sente algo. Dão valores às coisas materiais, e não ao caráter de alguém, e isso é errado.
O que me conforta é que ainda existem pessoas lúcidas, as quais entendem a palavra indivíduo e o valorizam em todos os aspectos. Desculpe se entendi errado ou se estou ultrapassando alguma barreira, mas não mude sua essência por uma crítica antes de pensar se esta vale ou não à pena. Muita gente joga argumentos cortantes no ar, mas nem todos devem ser considerados.
Beijos e ótima quarta-feira
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